FALTA REPRESENTATIVIDADE FEMININA NA POLÍTICA

FALTA REPRESENTATIVIDADE FEMININA NA POLÍTICA

Por Raissa Melo

A falta de representatividade feminina na política nacional não é novidade. Dentre os 513 deputados eleitos nas últimas eleições, somos apenas 51 mulheres, no Senado, apenas 12, e juntando as sete cidades do ABC, apenas dez vereadoras. Aqui em São Caetano, entre os 19 vereadores eleitos, apenas uma é mulher.

A falta de mulheres na política nacional impede que muitos projetos sejam debatidos e aprovados, como leis de fomento para a construção de creches, políticas de defesa da mulher e leis que garantam igualdade salarial e social.

Desde 1997, a legislação eleitoral exige que cada partido tenha pelo menos 30% de mulheres entre seus candidatos, mas essa lei não é respeitada pelas siglas que costumam utilizar candidatas sem perspectiva de votos como forma de burlar a lei. A falta de financiamento de campanha para mulheres também impede que elas tenham visibilidade e possibilidade de eleição.

Para que a sociedade seja mesmo justa e igualitária, é preciso que todas as pessoas sejam representadas no governo. É importante celebrar o Dia Internacional da Mulher, mas é fundamental refletir e reavaliar nossa sociedade e nosso sistema político.

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