PINHEIRO PERSEGUE EDUCADORES DE SÃO CAETANO

Prefeitura decidiu descontar o abono de quem participou da paralisação do 8 de maio

Em uma demonstração de truculência política e desrespeito ao direito constitucional de greve, o prefeito Paulo Pinheiro (PMDB-SP) descontou o abono dos servidores da educação que participaram da paralisação ocorrida em maio.

Para quem não acompanhou o processo, os profissionais de educação do município organizaram um dia de protestos (veja aqui) para cobrar promessas de campanha e melhores condições de salário e trabalho. A mais relevante das reivindicações era a incorporação do abono ao salário.

Vejam a ironia do caso, que reforça a importância do abono ser integrado ao salários desses profissionais. Como é uma liberalidade da prefeitura, o abono pode ser retirado, dado certos critérios definidos pela administração. Agora esses critérios estão sendo “interpretados” e usados para retirar o abono de quem se mobilizou pelos seus direitos, em uma clara demostração de perseguição política.

A prefeitura de Paulo Pinheiro (PMDB-SP) quer calar a divergência e a insatisfação.

É importante lembrar que o abono representa parcela significativa dos rendimentos desses trabalhadores. Alguns tem salário menor que o mínimo – o que é ilegal – e contam com o abono para ter um rendimento mais digno.

É inaceitável que a perseguição política se perpetue em nossa cidade. Mais uma vez percebe-se que, de Auricchio para Pinheiro, muda-se a capa, mas o conteúdo é o mesmo.

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