FALTA SEGURANÇA EM PRAÇAS E PARQUES DE SCS

Praça di Thiene, na Av. Goiás (jan/2014)

Praça di Thiene, na Av. Goiás (jan/2014)

Panorama da falta de segurança nos parques do ABC não deixa São Caetano de fora:

“Em São Caetano a situação não é muito diferente. Apesar de ter uma população menor e consequentemente menos casos de delitos, os parques também não têm seguranças ou guardas fixos e os agentes de segurança pouco passam pelo local. Essa é opinião da balconista Elaine Cristina Rodrigues, que frequenta o parque Agostinho Leal há três anos. ‘Não vejo ninguém vigiando o parque’, conta.

Juliana Alexandre, dona de casa, também critica, pois leva sempre os dois filhos pequenos para brincar, principalmente nas férias. ‘Tem o guardinha que fica ali na guarita, mas se a guarda municipal circulasse pelo parque durante o dia e à noite seria muito melhor’, opina.”

Veja abaixo a matéria completa, do Jornal Repórter Diário de hoje.

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FREQUENTADORES DE PARQUES PEDEM SEGURANÇA

Por Jornal Repórter Diário

É durante as férias que a população mais frequenta os parques públicos, na expectativa de lazer e praticar atividade física, com segurança. Mas em alguns locais a segurança deixa a desejar. Faltam policiais nos espaços ou os agentes ficam apenas no interior das cabines.

Nos parques de Santo André, os frequentadores reclamam que não veem policiamento nos locais. É o caso do Parque Antonio Fláquer, conhecido por Ipiranguinha. O vendedor Eber Arruda vai com os filhos ao parque, principalmente, na época de férias, e conta que, quando muito, vê seguranças dentro da guarita, mas nada além disso. “A sensação é de não termos segurança”, comenta.

Outra que sente falta de vigilância é a hoteleira Gislaine Perencin. A mãe normalmente leva o filho para brincar no playground e conta que não dá para tirar os olhos da criança. “Nunca fiquei sabendo de nada, mas não confio a ponto de deixar meu filho sozinho”, explica. Gislaine diz que vê policiais somente à noite, quando vai caminhar com o marido. “À tarde, quando venho com meu filho, nunca vejo policial, então não posso vacilar”, relata.

Já no Parque Regional da Criança, os frequentadores reclamam que os policiais marcam presença apenas nos arredores do local. O engenheiro químico Gilberto Cândido leva os dois filhos para brincar quase todos os dias e diz que nunca viu ocorrência. “Mas se os guardas estivessem aqui dentro parque, com certeza nos sentiríamos seguros”, afirma.

A agente de inclusão escolar Simone Morpanini está preocupada. “Não vejo segurança nenhuma. Se não tomo conta, não tem condições de deixar meu filho brincar aqui”, relata. Simone sempre morou ao lado do parque, onde frequenta desde a infância, mas diz que não se lembra de quando viu guarda no local. “Nunca teve policiamento, sempre foi assim”, reclama Simone.

USUÁRIOS DE BEBIDA

O jornalista Donizeti Raddi, que frequenta os quatro parques de Santo André (Regional, Central, Celso Daniel, e Ipiranguinha), conta que jovens consomem bebidas alcoólicas nos locais. “Já vi consumo de álcool e drogas no Parque Central principalmente no final da tarde, quando estudantes consomem bebidas descaradamente. Isso é inaceitável”, reclama. Outra queixa do munícipe é sobre a frequente entrada de carros dentro dos parques.

Raddi afirma que os policias raramente estão nas guaritas e há pouca fiscalização. “É necessário que eles circulem pelos parques, prestem atenção. Ficar na guarita não adianta nada. Quem não mostra a cara, não toma conta de nada”, comenta.

Mas para a aposentada Romilda Domingues da Veiga a segurança no Parque Central é boa. “Sempre vejo a Guarda Municipal fazendo ronda”, afirma. Outro aposentado, Joaquim da Silva, frequenta o parque diariamente e diz que sempre vê policiais no local.

Em São Caetano a situação não é muito diferente. Apesar de ter uma população menor e consequentemente menos casos de delitos, os parques também não têm seguranças ou guardas fixos e os agentes de segurança pouco passam pelo local. Essa é opinião da balconista Elaine Cristina Rodrigues, que frequenta o parque Agostinho Leal há três anos. “Não vejo ninguém vigiando o parque”, conta.

Juliana Alexandre, dona de casa, também critica, pois leva sempre os dois filhos pequenos para brincar, principalmente nas férias. “Tem o guardinha que fica ali na guarita, mas se a guarda municipal circulasse pelo parque durante o dia e à noite seria muito melhor”, opina.

Em São Bernardo, Rosangela Gomes, também dona de casa, ressalta que a segurança melhorou faz pouco tempo na Praça dos Meninos, em Rudge Ramos. “Antes tinha muito morador de rua aqui no parque, dava medo de trazer as crianças, mas aumentaram a segurança e agora está melhor”, diz. A aposentada Glória Neves frequenta a praça há 15 anos e relata que a segurança do parque é boa.

Leia também aqui.

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