83% dos municípios brasileiros não se sustentam

Alguns dados que com certeza estimulam um bom debate: 

Problemas como baixo nível de investimentos, pequena arrecadação própria, dívidas roladas de um ano para o outro e elevados gastos com funcionários são questões recorrentes em quase todos os municípios brasileiros. Pior ainda é a dependência financeira para com os Estados e a União, 83% dos municípios não geram nem 20% de receita própria (não se sustentam!!!).

Segundo segundo o Índice Firjan de Gestão Fiscal, apenas 2% dos municípios brasileiros têm uma gestão fiscal que pode ser considera “excelente”.

Completando o quadro, 11,4% tiveram uma avaliação considerada “boa” e 64% dos municípios receberam uma classificação “difícil” ou “crítica”.

Chama atenção o aumento da máquina pública e o aumento de gastos com funcionários. E tomemos cuidado aqui, porque não necessariamente isso é algo ruim, a questão aqui é a coisa pensada/planejada e o respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal – ao todo 7,5% dos municípios comprometem receitas acima do que determina a LRF, afirma a Firjam.

Finalizando, das dez mais bem avaliadas pela Firjam, seis estão em SP (São Caetano – primeiro mundo, não é? – não consta na lista): Poá, Barueri, Piracicaba, Caraguatatuba, Birigui e Paraibuna.

 

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